sábado, 29 de setembro de 2012

MAIORIAS DE CRIANÇAS TEM ENXAQUECA

Pesquisa mostra que 7,9% das crianças no País têm enxaqueca Reduzir Normal Aumentar Imprimir Notícia Um estudo recente concluiu que 7,9% das crianças brasileiras de 5 a 12 anos têm enxaqueca Foto: Getty Images Comentar0 Queixas frequentes de dor de cabeça em crianças devem ser levadas a sério. Um estudo recente concluiu que 7,9% das crianças brasileiras de 5 a 12 anos têm enxaqueca. O levantamento, apresentado este mês no 26.º Congresso Brasileiro de Cefaleia, é o primeiro a avaliar a prevalência da enxaqueca infantil no País. “Ao contrário do que o leigo geralmente pensa, criança tem enxaqueca e é uma doença que traz prejuízos. Quando não recebe atendimento adequado, essa criança pode desenvolver dificuldades emocionais”, diz o autor do estudo, o neurologista Marco Antonio Arruda, diretor do Instituto Glia de Cognição e Desenvolvimento. Outra conclusão é que crianças com cefaleia têm o desempenho escolar prejudicado. Os resultados completos serão publicados na edição de outubro da revista científica Neurology. Apenas 17,9% das crianças brasileiras nunca se queixaram de dores de cabeça, de acordo com a investigação. E, além dos 7,9% que têm enxaqueca episódica, 0,6% apresenta a forma crônica da doença, que se caracteriza por dores em mais de 15 dias por mês. Quanto ao impacto nas atividades escolares, o levantamento descobriu que, na população com enxaqueca, o risco de ter dificuldade em prestar atenção na aula é 2,8 vezes maior do que entre as crianças saudáveis. Já o risco de ter um desempenho abaixo da média é 32,5% maior entre as com enxaqueca episódica e 37,1% maior entre as com enxaqueca crônica. O problema também é motivo de faltas: 32,5% das crianças com enxaqueca episódica perdem dois ou mais dias de aula por causa da dor. Além disso, os sintomas de depressão e ansiedade têm um risco 5,8 vezes maior de aparecerem nas crianças com enxaqueca. Arruda coordena uma comunidade acadêmica que integra neurologistas e educadores. Em 2008, foram recrutados 124 professores que faziam parte dessa comunidade e estavam dispostos a participar da pesquisa. Eles foram treinados para a aplicação de questionários e a colheita da amostragem ideal. No total, foram avaliadas 5.671 crianças de 18 Estados e 87 cidades brasileiras. Para identificar os sintomas relativos à cefaleia, os professores aplicaram um questionário validado cientificamente para os pais das crianças. Já a avaliação do desempenho escolar foi preenchida pelos próprios professores. Em seguida, esses dados foram cruzados para se encontrar a relação entre a enxaqueca e os estudos. De acordo com o neurologista do Hospital Israelita Albert Einstein Mario Fernando Prieto Peres, os principais sinais de que a criança pode estar sofrendo de enxaqueca, além das queixas frequentes de dor de cabeça, são enjoo, vômito, incômodo com luz ou barulho, relato de alteração visual e de dores pulsantes. O neuropediatra Carlos Takeuchi, do Hospital Infantil Sabará, observa que, no caso das crianças, gatilhos comuns para a cefaleia são excesso de sol, longos períodos de jejum e o consumo de alguns alimentos. Atualmente, o tratamento para enxaqueca infantil segue três passos: analgésicos para as crises, alteração de hábitos que desencadeiam a dor e, caso as mudanças não sejam suficientes para cessar o problema, aplica-se também um tratamento profilático com medicamento de uso contínuo. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo

terça-feira, 25 de setembro de 2012

DOR DE OUVIDO EM CRIANÇAS.

Pediatria/Criança Dor De Ouvido 13/07/2003 A dor de ouvido é um problema muito comum em crianças. Ela pode ser de dois tipos: Infecção do ouvido médio (Otite Média) Infecção do ouvido externo (Otite Externa) Otite Média A otite média é uma infecção do ouvido na sua parte mais interna, ou seja, depois de passar pelo tímpano. O ouvido médio é uma pequena cavidade, que se liga com a parte posterior da garganta através de um "tubinho"chamado Trompa de Eustáquio. Esse "tubinho" é responsável pela entrada de ar para a parte interna do ouvido, igualando a pressão de dentro do ouvido. Porém, algumas vezes esse "tubinho" pode se infectar, ou ficar inchado, provocando dor dentro do ouvido. É muito comum a criança apresentar dor de ouvido quando viaja de avião, ou quando está em lugares de grande atitude, devido ao aumento de pressão que ocorre dentro da cavidade do ouvido, não significando que ela tenha uma infecção nele. Causas A criança tem uma predisposição maior para apresentar infecção de ouvido por dois motivos. Um é porque a trompa de Eustáquio é menor e outro porque ela é mais retificada, quando comparada com a do adulto. Isso permite que, quando a criança se alimenta, possa haver a passagem do alimento através da garganta para os ouvidos, pela trompa de Eustáquio. Isso ocorre especialmente naquelas crianças que estão amamentadas com mamadeiras e que ficam deitadas enquanto mamam. O leite vai facilmente para a parte interna do ouvido, ficando lá acumulado. Isso favorece o crescimento de bactérias que irão provocar a infecção do ouvido. Muitas vezes a infecção pode se originar de um resfriado, em que as secreções acumuladas na garganta vão para o ouvido, causando os sintomas. Nos casos das otites virais, os sintomas são mais amenos, e em geral não requerem tratamento. Sintomas Os principais sintomas de infecção de ouvido são: dor, febre, choro constante, irritabilidade e desconforto. A criança também pode sentir náusea. Pode apresentar pus na região externa do ouvido, principalmente quando houver ruptura do tímpano, extravasando todo o material purulento para fora do canal do ouvido. Muitas vezes a criança fica "mexendo "constantemente no ouvido, já que ela não pode explicar que sente dor. Diagnóstico O diagnóstico é feito através dos sintomas apresentados pela criança e através do exame do ouvido, pelo médico, com o uso do otoscópio. Este é um aparelho especial que possue luz própria que facilitam a visualização do tímpano e da parte interior do ouvido. Normalmente, o tímpano membrana branca e transparente, que é facilmente visualizada no exame otoscópico. Porém, quando ocorre a infeccção, ele se torna avermelhado e com líquido no seu interior, provocando um "estufamento"do mesmo. Em alguns raros casos, é feita uma aspiração desse líquido com uma agulha para se identificar qual é o agente que está causando a infecção do ouvido. Tratamento Na maioria das vezes a infecção de ouvido é causada por bactérias e é necessário tratá-la com antibióticos. Os antibióticos variam conforme o tipo de bactéria envolvida. Em geral eles são dados por via oral, por um periodo de 10 dias e é preciso fazer um exame otoscópico de controle para se ter certeza de que a infecção se curou. Para a dor são receitados analgésicos, ou mesmo compressas de panos quentes colocadas sobre o ouvido. Prevenção Sem dúvida, a medida número um para prevenir a infecção de ouvido, principalmente em crianças de é colocá-las na posição semi-sentadas ou segurá-las no colo quando forem amamentadas. Jamais deixe sua criança no berço sozinha deitada com a mamadeira. Isso não só pode provocar infecção de ouvido com ela poderá aspirar o leite, provocando sérios problemas respiratórios. Quando a criança estiver resfriada, se já for maior, faça com que ela assoe o nariz frequentemente, para que catarro não fique acumulado na parte de trás da garganta. Nas crianças menores, podem ser usados os aspiradores nasais de borracha, facilmente encontrados em farmácias e lojas de artigos para bebês. Complicações Em alguns casos, não há melhora dos sintomas e a criança continua produzindo catarro dentro do ouvido. Esses casos muitas vezes são beneficiados com o uso de um tubo que irá fazer a drenagem do líquido acumulado dentro do ouvido. Normalmente, as crianças saram facilmente das infecções de ouvido. Porém, em alguns poucos casos, principalmente se não forem tratados adequadamente, a criança poderá desenvolver meningite, porque o ouvido está muito próximos das meninges, que é uma membrana que reveste o cérebro. Quando acontece, o tratamento tem que ser bem intenso para se evitar sequelas. Outra complicação é a mastoidite, é a infecção do osso mastóide, que fica logo atrás da orelha. Da mesma forma, o tratamento tem que ser feito prontamente e de forma mais agressiva, por ser uma complicação grave. Otite Externa A otite externa é uma infecção do canal externo do ouvido, ou seja, aquela parte onde normalmente contém cera. Esta, tem por finalidade proteger o ouvido contra agentes externos, principalmente as bactérias. Se, por algum motivo, houver a quebra dessa barreira, irá ocorrer a infecção do ouvido. Essa doença é muito verão, devido ao fato de que muitas pessoas vão às piscinas nadar, onde adquirem a doença. Por esse fato, a otite externa é também conhecida como "infecção dos nadadores". Na otite externa, o ouvido médio não é acometido, o que torna a doença mais fácil de ser tratada, porém ela causa uma dor muito intensa, devido ao inchaço que provoca no canal do ouvido. Causas A causa principal das otites externas são as bactérias, adquiridas no meio externo, como por exemplo, nas piscinas ou banheiras. As bactérias causam uma inflamação e presença de pus no canal do ouvido. Sintomas O maior sintoma é a dor, principalmente quando se comprime uma área do ouvido chamada tragus. Além disso, a criança pode apresentar pus saindo pelo canal do ouvido. Também pode haver febre e mal-estar geral. Tratamento Normalmente, poderá ser prescrito um antibiótico para ser pingado no canal do ouvido, durante 10 dias. É aconselhável que a criança evite ir à piscina ou tomar banhos de banheira. As secreções podem ser limpas com água oxigenada, externamente. Prevenção Como nadar em piscinas é um fator importante no desenvolvimento da doença, é aconselhável evitar banhos de piscina e banheira. Porém, quando a criança prescisar ir à piscina, é bom utilizar protetores de ouvido, sendo que existem alguns no mercado, feitos de material gelatinoso, que são facilmente colocados no ouvido, não causando incômodo por serem bem flexíveis. Um conselho importante, é evitar remover a cêra do ouvido, pois na verdade ela está lá para protegê-lo. Quando a criança toma banho, o vapor da água já é suficiente para remover o excesso de cera existente, desta forma basta que a mãe apenas limpe a parte externa da orelha, com o cotonete ou a própria toalha macia, deixando intacta a parte interna do canal. Desta forma, difilmente o ouvido será atingido por infecções. IMPORTANTE Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo. Publicado por: Dra. Shirley de Campos voltar versão para impressão Desenvolvido por: Idelco Ltda. © Copyright 2003 Dra. Shirley de Campos

DIABETES TIPO 2

O diabetes mellitus (DM) é uma doença crônica extremamente presente no mundo moderno, causada por fatores hereditários e ambientais, que acomete o homem em qualquer idade, classe social e localização geográfica. Atualmente sua prevalência mundial é de 171 milhões de pessoas e a previsão para 2030 é de atingir 366 milhões de indivíduos (LIRA, 2006). Segundo a Organização Mundial de Saúde, dentre as principais causa mortis de todo mundo em 2000, as complicações advindas do DM, somam cerca de 5,2% da mortalidade geral, além de ser uma das doenças mais onerosas para os sistemas de saúde (NASCIMENTO, 2003). Os Estados Unidos calculam ter gastado em 2002 cerca de 132 bilhões de dólares com custos diretos e indiretos com a doença (LIRA, 2006), sendo a sexta principal causa de morte por doença (McARDLE, 2003). O diabetes mellitus pode à longo prazo causar diversas complicações para a saúde, como a retinopatia (acometimento de pequenos vasos na retina ou no fundo do olhos, maior responsável por cegueira em adultos), nefropatia (acomete cerca de um terço dos diabéticos, evoluindo para a insuficiência renal crônica), neuropatia (sistema nervoso periférico e autonômico) e macroangiopatia (aterosclerose, afetando principalmente o coração, cérebro, aorta e membros inferiores). Nos indivíduos diabéticos o risco de morte por doença cardiovascular é o dobro da população geral (JBDSG, 2004). Mudanças no estilo de vida como alimentação equilibrada e prática de atividade física diminuem a incidência de DM do tipo 2, melhorando a qualidade de vida, evitando complicações e outras doenças. A atividade física tem sido amplamente recomendada para diabéticos do tipo 2 devido aos bons resultados apresentados em diversos estudos. No Brasil, os imigrantes japoneses apresentam uma das maiores prevalências de diabetes mellitus tipo 2 do mundo. Pesquisas conduzidas pelo Departamento de Medicina Preventiva da UNIFESP com descendentes de japoneses residentes em Bauru investigam os hábitos alimentares e a prática de atividade física, além de orientarem para um estilo de vida saudável. O presente estudo tem por finalidade descrever o perfil bioquímico e a prática de atividade física da população nipo-brasileira de segunda geração da cidade de Bauru coletadas no ano de 2005.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

CETOCONAZOL 200 MG

Posologia e Administração - CETOCONAZOL Comprimido adultos: candidíase vaginal: dois comprimidos (400 mg) em uma só tomada diária, durante 5 dias Todas as demais Precauções - CETOCONAZOL Comprimido é importante alertar o paciente sob tratamento prolongado com Cetoconazol para observar eventuais queixas de patologia hepática, tais como, astenia pronunciada com febre, urina escura, fezes esbranquiçadas ou icterícia. Estar atento para os fatores que podem aumentar o risco de hepatite: mulheres acima de 50 anos, tratamento anterior com griseofulvina, história pregressa de doença hepática, intolerância conhecida à droga, tratamento prolongado e uso concomitante de medicação que pode comprometer a função do fígado. Os testes de avaliação da função hepática devem acompanhar os tratamentos com Cetoconazol, com duração superior a duas semanas (antes do tratamento, duas semanas após o início e depois a cada mês). Quando houver confirmação de doença hepática, a terapia deve ser interrompida. Deve-se notar, entretanto, que em pacientes com infecções micóticas tratados com Cetoconazol ou não, um aumento assintomático leve e transitório das transaminases ou da fosfatase alcalina pode ocorrer. Algumas vezes esta reação assintomática é inofensiva e não requer a descontinuação da terapia. Após um tratamento com griseofulvina, é aconselhável esperar um mês antes de iniciar uma terapia com Cetoconazol. A administração concomitante de terfenadina e astemizol com Cetoconazol é contra-indicada. Em voluntários tratados com doses diárias iguais ou superiores a 400 mg, Cetoconazol foi capaz de reduzir a resposta de cortisol à estimulação por ACTH, sendo assim, dever-se-á monitorizar a função supra-renal em pacientes no limite da normalidade, além dos pacientes em períodos prolongados de estresse (grande cirurgia, tratamento intensivo). Emprego na gravidez e lactação: não se dispõe de dados clínicos seguros que recomendem a utilização em mulheres grávidas; portanto, Cetoconazol está contra-indicado na gravidez, a menos que os benefícios no tratamento justifiquem os riscos para o feto. Como Cetoconazol é, provavelmente, excretado no leite, mulheres que estão sob tratamento não deverão amamentar. - Interações medicamentosas: Cetoconazol deve ser administrado durante uma das refeições diárias para absorção máxima. Cetoconazol necessita de meio ácido no estômago para que se obtenha um grau de absorção satisfatório. Deve-se, portanto, evitar a administração concomitante de drogas que diminuem a secreção gástrica (antiácidos, anticolinérgicos e bloqueadores de receptores H2). Quando estas drogas forem absolutamente necessárias, deverão ser administradas, pelo menos, duas horas depois da tomada de Cetoconazol. A administração concomitante de rifampicina ou isoniazida com Cetoconazol reduz os níveis sangüíneos deste último, ambas as drogas não deverão ser administradas concomitantemente. O Cetoconazol inibe certas enzimas hepáticas, podendo reduzir a eliminação de medicamentos administrados simultaneamente e cujo metabolismo dependa destas enzimas. Exemplos conhecidos de tais interações graves incluem: terfenadina, astemizol, cisaprida, midazolan orais e triazolan. Estes medicamentos não devem ser usados por pacientes tratados com Cetoconazol se midazolan for administrado por via I.V. É necessário que se tomem precauções especiais já que o efeito sedativo pode se prolongar. Ciclosporina, anticoagulantes, metilpredinisolona e, possivelmente, bussulfano e tracolimus: suas doses devem ser reduzidas se necessário. Reações tipo dissulfiram, caracterizadas por rubor, rash, edema periférico, náusea, cefaléia, foram descritas após uso de álcool, de forma excepcional. Todos os sintomas se resolveram completamente dentro de pouc as horas. Reações adversas - CETOCONAZOL Comprimido Cetoconazol é muito bem tolerado, em raras circunstâncias podem aparecer queixas de natureza gastrintestinal, náuseas, cefaléia, tontura, fotofobia, parestesia, trombocitopenia, exantema ou prurido. Outros efeitos secundários de incidência extremamente baixa são: alopecia, urticária, rash, fontanela protuberante (em bebês) e, em poucos pacientes, reações alérgicas com posologia mais alta que a dose terapêutica recomendada de 200 ou 400 mg/dia. Tem sido observado, em casos raros, um quadro reversível de ginecomastia e oligospermia em doses terapêuticas de 200 mg/dia. Pode ser observada uma diminuição transitória dos níveis plasmáticos de testosterona, que se normalizam dentro de 24 horas após a administração de Cetoconazol em terapias de longa duração e neste nível de posologia, os níveis de testosterona não diferem significativamente dos controles. Durante o tratamento com Cetoconazol uma hepatite muito provavelmente idiossincrática pode se desenvolver raramente (observado em 1/12.000 pacientes). Tal tipo de efeito secundário ocorre mais freqüentemente em pacientes com história pregressa de doença hepática ou alergia pela droga, mas é sempre reversível quando o tratamento é interrompido a tempo. Contra-Indicações - CETOCONAZOL Comprimido não deve ser administrado a pacientes com patologia hepática aguda ou crônica e nem a pacientes com hipersensibilidade conhecida à droga. Indicações - CETOCONAZOL Comprimido um comprimido (200 mg) ao dia, até pelo menos uma semana após o desaparecimento dos sintomas ou até negativação dos exames micológicos. Em infecções muito graves, ou quando a resposta clínica for insuficiente, dentro do prazo previsto, a dose de Cetoconazol pode ser aumentada para 2 comprimidos (400 mg), sempre uma vez ao dia. No tratamento profilático de pacientes imunodeprimidos recomenda-se 2 comprimidos (400 mg), uma vez ao dia. Duração do tratamento, em média: candidíase vaginal: 5 dias consecutivos; dermatofitoses e candidíase cutânea: aproximadamente 4 semanas; micoses do couro cabeludo: 4 a 6 semanas; pitiríase versicolor: 10 dias; paracoccidoidomicose, histoplasmose e coccidioidomicose: mínimo de 6 meses; onicomicose e candidíase mucocutânea crônica: 6 a 12 meses; candidíase oral ou cutânea: 2 a 3 semanas; candidíase sistêmica: 4 a 8 semanas. Crianças: as doses foram calculadas de acordo com o peso corpóreo: até 20 kg: 1/2 comprimido (100 mg) uma vez ao dia. De 20 a 40 kg: 1/2 a 1 1/2 (100 a 300 mg) uma vez ao dia. Acima de 40 kg: 2 comprimidos (400 mg) uma vez ao dia. - Superdosagem: no caso de ingestão acidental excessiva, devem ser adotados os procedimentos de rotina, incluindo lavagem gástrica com bicarbonato de sódio. Se considerado apropriado pode ser ministrado carvão ativado. Apresentação - CETOCONAZOL Comprimido embalagem contendo 10 e 30 comprimidos. CETOCONAZOL Comprimido - Laboratório Lab. Honorterápica Ltda. Av. Engenheiro Prudente, 119 São Paulo/SP - CEP: 01550-000 Tel: (11 )274-2365 Fax: (11 )215-0576 Ver outros medicamentos do laboratório "Lab. Honorterápica Ltda." Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico. Aviso legal Veja também: - CETOCONAZOL Comprimido - LUPER Solicitar correção/atualização Anterior Artigos Próximo Usuário Login Cadastrar Convidar Opções de navegação Centralx Bulas Ação Terapêutica Bulário de Medicamentos Laboratórios Monografias Substâncias Destaques Índice remissivo Laboratórios Substâncias Princípios ativos Ações terapêuticas Doenças Bulas mais lidas NIMESULIDA FLUCONAZOL AZITROMICINA OMEPRAZOL CEFALEXINA Pantogar Cloridrato de Fluoxetina IBUPROFENO LORATADINA ACICLOVIR CID 10 - CID de Doenças Software para laudos Bulas no celular Acesse o bulas.med.br no celular no endereço: http://m.bulas.med.br Encontre também pelos índices:MedicamentosLaboratóriosPrincípio ativoAção terapêuticaMonografias Plataforma HiDoctor ©2012 Centralx - Todos os direitos reservados

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

ibuprofeno

Atualizado em 2012 IBUPROFENO Ver preço (R$) Tópicos desta bula - Formas Farmacêuticas... - Composição - Informação Técnica - Indicações - Contra-Indicações - Precauções e Advertê... - Interações Medicamen... - Reações Adversas - Posologia - Superdose DORALIV Gotas Ibuprofeno USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - IBUPROFENO Suspensão Oral (Gotas): embalagem com 1 frasco de 30 ml COMPOSIÇÃO - IBUPROFENO Cada ml (10 gotas) de ibuprofeno contém: Ibuprofeno..................................................................................50 mg Excipientes: ácido cítrico, aroma de morango, benzoato de sódio, dióxido de titânio, glicerol, goma xantana, polissorbato 80, propilenoglicol, sorbitol, sucralose e água purificada. - INFORMAÇÃO AO PACIENTE DORALIV é um medicamento indicado para a redução da febre (antitérmico) e para o alívio de dores (analgésico), tais como dores decorrentes de gripes e resfriados, dor de garganta, dor de cabeça, dor de dente, dor nas costas, cólicas menstruais, dores musculares e outras. O início de ação ocorre cerca de 15 a 30 minutos após sua administração oral e permanece por 4 a 6 horas. DORALIV deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade. O prazo de validade de DORALIV encontra-se gravado na embalagem externa. Em caso de vencimento, não utilize o produto. Não utilizar este medicamento durante a gestação ou amamentação, exceto sob recomendação médica. Informar ao médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando. DORALIV pode ser utilizado em crianças a partir de 6 meses de idade. O uso de ibuprofeno em crianças com menos de 2 anos deve ser feito sob orientação médica. A posologia recomendada de DORALIV é de 1 a 2 gotas por kg de peso até o máximo de 40 gotas por dose. A dose pode ser repetida a cada 6 ou 8 horas. Não utilizar mais do que 4 vezes por dia. Utilizar as doses corretamente. O uso de doses maiores do que as recomendadas pode causar prejuízos à saúde. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Agite bem o frasco antes de usar. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Podem ocorrer: erupção cutânea, visão embaçada, inchaço, aumento de peso, dispepsia, úlcera do estômago, perfuração de úlcera, náusea, vômito, hemorragias gastrintestinais, azia, problemas digestivos, manchas vermelhas pelo corpo (urticária), asma (chiado no peito), choque alérgico. Caso apareçam sintomas de alergia como asma brônquica e outras manifestações importantes, deve-se procurar atendimento médico imediatamente. TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. Não utilizar DORALIV concomitantemente com bebidas alcoólicas. Não utilizar DORALIV caso tenha apresentado alguma reação alérgica ao ibuprofeno, aos demais componentes da fórmula do produto, ao ácido acetilsalicílico, a outros antiinflamatórios, analgésicos e antitérmicos. Não utilize este produto contra a dor por mais de 10 dias ou contra a febre por mais de 3 dias, a menos que seja prescrito pelo médico. Não exceda a dose recomendada. Não tome este produto com outros medicamentos contendo ibuprofeno ou outros analgésicos, exceto sob orientação médica. DORALIV é contra-indicado a pacientes com úlcera gastroduodenal ou sangramento gastrintestinal. Informe sempre ao médico sobre possíveis doenças cardíacas, renais, hepáticas ou outras que esteja apresentando, para receber uma orientação cuidadosa. Em portadores de asma ou outras afecções alérgicas, especialmente quando há história de broncoespasmo, o ibuprofeno deve ser usado com cautela. Consulte um médico caso: • Não esteja ingerindo líquidos. • Tenha perda contínua de líquidos por diarréia ou vômito. • Tenha dor de estômago. • Apresente dor de garganta grave ou persistente ou dor de garganta acompanhada de febre elevada, dor de cabeça, enjôos e vômitos. • Tenha ou tenha tido problemas ou efeitos colaterais com este ou qualquer outro analgésico ou antitérmico. Consulte um médico antes de utilizar este medicamento se: • Estiver sob tratamento de alguma doença grave. • Estiver tomando outro(s) medicamento(s). • Estiver tomando outro produto que contenha ibuprofeno ou outro analgésico e antitérmico. Pare de utilizar este medicamento e consulte um médico caso: • Ocorra uma reação alérgica. • A dor ou a febre piorarem ou durarem mais de 3 dias. • Não obtenha melhora após 24 horas de tratamento. • Ocorra vermelhidão ou inchaço na área dolorosa. • Surjam novos sintomas. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento. NÃO TOME REMÉDIOS SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE. INFORMAÇÃO TÉCNICA - IBUPROFENO Propriedades farmacodinâmicas – DORALIV contém ibuprofeno,um derivado do ácido fenilpropiônico, inibidor da síntese das prostaglandinas, tendo propriedades analgésicas e antipiréticas. Os analgésicos antiinflamatórios não-esteróides inibem a enzima ciclooxigenase, diminuindo a formação de precursores das prostaglandinas e dos tromboxanos a partir do ácido araquidônico, diminuindo a ação destes mediadores no termostato hipotalâmico e nos receptores de dor (nociceptores). Propriedades farmacocinéticas – O ibuprofeno apresenta boa absorção oral, com aproximadamente 80% da dose absorvida no trato gastrintestinal, havendo diferença quando da administração em jejum ou após refeição, pois a presença de alimentos diminui a absorção. O início de ação ocorre em cerca de 15 a 30 minutos. A taxa de ligação protéica é alta (99%) e a concentração plasmática máxima é atingida em 1,2 a 2,1 horas, tendo duração de 4 a 6 horas, com meiavida de eliminação de 1,8 a 2 horas. A biotransformação é hepática e a excreção praticamente se completa em 24 horas após a última dose, sendo menos de 1% excretado na forma inalterada. Da experiência clínica com o ibuprofeno, ficou demonstrado que este fármaco é dotado de baixa incidência de reações adversas. INDICAÇÕES - IBUPROFENO Febre e dores leves e moderadas, associadas a gripes e resfriados, dor de garganta, dor de cabeça, dor de dente, dor nas costas, cólicas menstruais, dores musculares e outras. CONTRA-INDICAÇÕES - IBUPROFENO HIPERSENSIBILIDADE PRÉVIA AO IBUPROFENO OU AQUALQUER COMPONENTE DA FORMULAÇÃO. NÃO UTILIZAR EM INDIVÍDUOS COM ÚLCERA PÉPTICA ATIVA, SANGRAMENTO GASTRINTESTINAL OU EM CASOS EM QUE O ÁCIDO ACETILSALICÍLICO, IODETO E OUTROS ANTIINFLAMATÓRIOS NÃO-ESTERÓIDES TENHAM INDUZIDO ASMA, RINITE, URTICÁRIA, PÓLIPO NASAL, ANGIODEMA, BRONCOESPASMO E OUTROS SINTOMAS DE REAÇÃO ALÉRGICA OU ANAFILÁTICA. EVITAR O USO DURANTE O PERÍODO DE GRAVIDEZ OU LACTAÇÃO, EXCETO POR ORIENTAÇÃO MÉDICA. ESTE MEDICAMENTO É CONTRA-INDICADO PARA USO EM CRIANÇAS MENORES DE 6 MESES DE IDADE. PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS - IBUPROFENO DEVE-SE TER CUIDADO NA ADMINISTRAÇÃO DO IBUPROFENO OU DE QUALQUER OUTRO AGENTE ANALGÉSICO E ANTITÉRMICO EM PACIENTES DESIDRATADOS OU SOB RISCO DE DESIDRATAÇÃO (COM DIARRÉIA, VÔMITO OU BAIXA INGESTÃO DE LÍQUIDO), EM PACIENTES COM HISTÓRIA ATUAL OU PRÉVIA DE ÚLCERA PÉPTICA, GASTRITES OU DESCONFORTO GÁSTRICO E EM PACIENTES QUE APRESENTARAM OU APRESENTAM REAÇÕES ALÉRGICAS, INDEPENDENTE DA GRAVIDADE, COM AGENTES ANALGÉSICOS E ANTITÉRMICOS. NÃO UTILIZAR DORALIV CONCOMITANTEMENTE COM BEBIDAS ALCOÓLICAS. GRAVIDEZ E LACTAÇÃO – A ADMINISTRAÇÃO DE DORALIV NÃO É RECOMENDADA DURANTE A GRAVIDEZ OU LACTAÇÃO. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - IBUPROFENO O uso do ibuprofeno e de outros analgésicos e antitérmicosconcomitantemente com medicamentos à base de cortisona aumenta o risco de úlceras gástricas. O uso concomitante com medicamentos à base de furosemida e tiazídicos diminui o efeito diurético dessas drogas. O uso do produto concomitantemente com medicamentos à base de probenecida aumentará o efeito terapêutico do ibuprofeno. Durante a terapia com o ibuprofeno, deve-se evitar a administração de hormônios tireoidianos. O ibuprofeno pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais (da heparina), a concentração sangüínea de lítio e a atividade antiagregante plaquetária, desaconselhando-se, portanto, a administração simultânea de ibuprofeno e tais substâncias. O uso concomitante de qualquer AINE com os seguintes fármacos deve ser evitado, especialmente nos casos de administração crônica: ácido acetilsalicílico, paracetamol, colchicina, iodetos, medicamentos fotossensibilizantes, outros antiinflamatórios não-esteróides, corticosteróides, glicocorticóides, corticotrofina, uroquinase, hipoglicemiantes orais ou insulina, anti-hipertensivos e diuréticos, ácido valpróico, plicamicina, compostos de ouro, ciclosporina, lítio, probenecida, inibidores da ECA (enzima conversora da angiotensina), agentes anticoagulantes ou trombolíticos, inibidores de agregação plaquetária, cardiotônicos digitálicos, digoxina e metotrexato. REAÇÕES ADVERSAS - IBUPROFENO AS REAÇÕES ADVERSAS MAIS COMUNS SÃO DE ORIGEM GASTRINTESTINAL (NÁUSEA, VÔMITO, DOR EPIGÁSTRICA, DESCONFORTO ABDOMINAL, DIARRÉIA, CONSTIPAÇÃO INTESTINAL). PODEM OCORRER TAMBÉM REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE, AMBLIOPIA TÓXICA, ELEVAÇÃO SIGNIFICATIVA DA TRANSAMINASE NO SORO, RETENÇÃO DE LÍQUIDOS, EDEMA, INIBIÇÃO DA AGREGAÇÃO PLAQUETÁRIA, LINFOPENIA, ANEMIA HEMOLÍTICA, GRANULOCITOSE, TROMBOCITOPENIA, TONTURA, RASH CUTÂNEO, DEPRESSÃO, INSÔNIA E INSUFICIÊNCIA RENAL EM PACIENTES DESIDRATADOS. INTERAÇÕES EM TESTES LABORATORIAIS – PODERÁ OCORRER DIMINUIÇÃO DOS NÍVEIS DE HEMOGLOBINA E DO HEMATÓCRITO. SE HOUVER SANGRAMENTO GASTRINTESTINAL DEVIDO AO USO DO IBUPROFENO, HAVERÁ POSITIVIDADE NA PESQUISA DE SANGUE OCULTO NAS FEZES. PODERÁ CAUSAR DIMINUIÇÃO DOS NÍVEIS DE GLICOSE SANGÜÍNEA. NÃO EXISTE INTERFERÊNCIA CONHECIDA COM OUTROS EXAMES. POSOLOGIA - IBUPROFENO Agite antes de usar. Não precisa diluir.Cada ml de DORALIV contém 50 mg de ibuprofeno, correspondendo cada gota a 5mg de ibuprofeno. O uso de ibuprofeno em crianças com menos de 2 anos deve ser feito sob orientação médica. A posologia recomendada para crianças a partir de 6 meses pode variar de 1 a 2 gotas/Kg peso, em intervalos de 6 a 8 horas, ou seja, de 3 a 4 vezes ao dia, não excedendo o máximo de 40 gotas por dose. Pacientes pediátricos com mais de 30 kg não devem exceder a dose máxima de 40 gotas (200 mg). Em adultos, a posologia habitual do DORALIV como antitérmico é de 40 gotas (200 mg), podendo ser repetida por, no máximo, 4 vezes em um período de 24 horas. Posologia recomendada (administração de, no máximo, 4 vezes ao dia): SUPERDOSE - IBUPROFENO O tratamento da superdose pelo ibuprofeno é de suporte, uma vez que não existem antídotos a este fármaco. Os sintomas incluem vertigem, nistagmo, apnéia, inconsciência, hipotensão e insuficiência respiratória. Nos casos de intoxicação aguda com comprometimento hemodinâmico e/ou respiratório, devem-se administrar líquidos, mantendo-se uma boa diurese. Como o fármaco é ácido e é excretado pela urina, teoricamente é benéfica a administração de álcali, além de volume. O esvaziamento gástrico deve ser realizado pela indução de vômito ou lavagem gástrica e a administração de carvão ativado deve ser instituída. Medidas de suporte auxiliarão no procedimento terapêutico específico de superdoses. - PACIENTES IDOSOS Utilizar com cautela em pacientes idosos, iniciando o tratamento com doses reduzidas. A idade avançada exerce mínima influência na farmacocinética do ibuprofeno. Alterações, relacionadas à idade, na fisiologia renal, hepática e do sistema nervoso central, assim como co-morbidades e medicações concomitantes devem ser consideradas antes do início da terapia com DORALIV. Em todas as indicações, a dose deve ser ajustada individualmente e a menor dose administrada. Monitoração cuidadosa e educação do paciente idoso são essenciais. MS - 1.0573. 0370 Farmacêutico Responsável: Dr. Wilson R. Farias CRF-SP nº 9555 Número do lote, data de fabricação e validade: vide cartucho. Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Via Dutra, km 222,2 Guarulhos – SP CNPJ 60.659.463/0001-91 Indústria Brasileira SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR; NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Doenças do Calor...acima de 32CA

AVC é muito provavel no calor acima de 33 graus. PONTOS PRINCIPAIS - A intensidade das doenças provocadas pelo calor varia de leves (exantema cutâneo, síncope, cãibras) à graves (exaustão, lesões, choque térmico ou insolação). - Apesar de qualquer pessoa poder apresentar essas doenças provocadas pelo calor, há um aumento do risco associado à uma série de fatores ambientais, características pessoais, condições de saúde e medicamentos. - O risco de graves doenças provocadas pelo calor podem ser dramaticamente diminuídas por meio de várias medidas para combatê-las, como a aclimatação ao calor, controle da exposição ao estresse térmico e manutenção da hidratação. - Atletas, técnicos, equipe técnica e equipe médica devem estar atentos para os sinais e sintomas de doenças provocadas pelo calor. Se houver sinais de advertência e se o organismo for resfriado rapidamente, é possível evitar graves doenças provocadas pelo calor. - Se houver suspeita de um choque térmico, o corpo deve ser imediatamente resfriado, seja pela imersão em água fria ou envolvendo o corpo com água fria ou gelada. INTRODUÇÃO O choque térmico (ou insolação) afeta a vida de indivíduos aparentemente saudáveis de maneira trágica, como atletas (Bergeron et al., 2005), militares (Carter et al., 2005) e trabalhadores industriais. De 1995 a 2001, 21 jovens jogadores de futebol americano morreram de insolação nos Estados Unidos (Bergeron et al., 2005) e essas mortes trágicas continuam a acontecer. Fatalidades em esportes organizados, que são amplamente divulgadas na imprensa, continuam a aumentar a conscientização do choque térmico entre atletas de todos as categorias (Bailes et al., 2002; Casa et al., 2005; Roberts, 2004). Além disso, apesar da incidência do número total de hospitalizações causadas por essas enfermidades ter diminuído nos últimos anos na população militar dos EUA, a taxa de incidência de hospitalizações causadas pela insolação aumentou cinco vezes (Carter et al., 2005). O choque térmico é uma causa persistente de morbidade e mortalidade em populações de idosos e indivíduos mais propensos por diferentes motivos. Em média, aproximadamente 250 a 400 pessoas morrem anualmente por causa da insolação nos Estados Unidos, mais que 1700 pessoas morreram durante a onda de calor no verão de 1980 e 700 mortes pela mesma causa foram documentadas em Chicago em 1995 (CDC - Centers for Disease Control and Prevention, 2003). Um relatório recente indica que de 1979 a 2002, 4780 mortes foram atribuídas à exposição ao calor extremo (CDC - Centers for Disease Control and Prevention, 2005).

DIABETES MELITTUS TIPO2

Definição Defeito na ação e na secreção da insulina. Etiologia O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é a forma mais comum de diabetes (90% dos casos). Geralmente diagnosticado após os 40 anos, mas pode se desenvolver a qualquer idade. A maioria dos pacientes com essa forma de DM apresenta sobrepeso ou obesidade. Clínica Os sintomas mais freqüentes são: sede excessiva; fome exagerada (especialmente após as refei­ções); boca seca; náuseas e vômitos; poliúria; cansaço e fraqueza importantes; visão borrada; adormecimento ou formigamento dos pés ou mãos; dificuldade de cicatrização; impotência sexual; infecções freqüentes da urina, pele ou vagi­na (candidíase vaginal). Porém, em 50% dos casos, os pacientes são assintomáticos, ou apresentam complicações diabéticas (retinopatia, neuropatia, nefropatia, cardiovasculares). Diagnóstico confirmado por glicemia de jejum ≥ 126 mg/dl. Diagnóstico Os critérios de diagnóstico de diabetes mellitus são: Sintomas de poliúria, polidipsia e perda ponderal inexplicada acrescidos de glicemia casual acima de 200 mg/dl (glicemia reali­zada a qualquer hora do dia, independente­mente do horário das refeições). Glicemia de jejum ≥ 126 mg/dl (7 mmol/l). Em caso de pequenas elevações da glicemia, o diagnóstico deve ser confirmado pela re­petição do teste em outro dia. Glicemia de 2 horas pós-sobrecarga de 75 g de glicose acima de 200 mg/dl. jejum TOTG casual Glicemia normal < 100 mg/dl < 140 mg/dl Tolerância a glicose diminuída 100 – 125 mg/dl 140 – 199 mg/dl Diabetes mellitus ≥ 126 mg/dl (em 2 medidas) ≥ 200 mg/dl ≥ 200 mg/dl (com sintomas clássicos) TOTG: teste oral de tolerância à glicose (2h após ingestão de 75 g de glicose). Jejum: falta de ingestão calórica por no mínimo 8 horas. Observação: o diagnóstico de diabetes deve ser feito com dosagem plasmática, mais precisa do que as fitas reagentes. Controle Glicemia. HbA1c (hemoglobina glicada): reflete a glicemia média de um indivíduo durante os dois a três meses anteriores ao teste. Duas vezes por ano em todos os diabéticos e 4 vezes em caso de mudança de tratamento. Anual: exame oftalmológico, neurológico, cardiovascular. Correlação entre HbA1c e glicemia. 5% 100 mg/dl 9% 240 mg/dl 6% 135 mg/dl 10% 275 mg/dl 7% 170 mg/dl 11% 310 mg/dl 8% 205 mg/dl 12% 345 mg/dl Tratamento O tratamento deve considerar idade, peso, resultados das glicemias e hemoglobina glicada, eventuais complicações existentes, comorbidades e contra-indicações. Dieta + exercícios Dieta de restrição em caso de obesidade ou sobrepeso (diminuir de 500 a 1000 kcal/dia o consumo energético total, ou utilizar 20 kcal a 25 kcal/kg peso atual/dia). Promover atividade física adaptada e regular, após teste de esforço. Exercícios aeróbicos e de resistência de 3 a 5 x/semana. Total: 150 mi-nutos/ semana. Farmacologia A regra geral, em um diabetes iniciante, é começar o tratamento com medicamentos que melhoram a ação da insulina, e, em segunda fase, medicamentos que aumentam a secreção de insulina. Na terceira fase, após anos de evolução é preciso associar insulina aos agentes orais. 1. DM2 oligossintomático + obesidade/sobre-peso + glicemia < 270 mg/dl. Iniciar com medicamentos que melhoram a utilização da insulina, como metformina 500 mg 2 x/dia (após almoço e jantar). Após uma semana, se não tiver efeitos gastrintestinais (diarréia, flatulência), aumentar dosagem até 2.550 mg/dia no máximo. Caso o controle não seja obtido, usar glitazonas (1 x/dia): Rosiglitazona: 4 mg/dia (máx. 8 mg/dia). Pioglitazona: 8 mg/dia (máx. 45 mg/dia). Observação: aumentar dosagem somente após intervalo de 8 a 12 semanas. Caso o controle não seja obtido, adicionar sulfoniluréia de segunda geração ou insulina NPH ao deitar. 2. DM2 oligossintomático + magro + glicemia < 270 mg/dl. Iniciar com medicamentos que aumentam a secreção de insulina, como sulfoniluréia de se­gunda geração (1 a 2 x/dia): Glibenclamida: 5 mg/dia. Glimepirida: 2 mg/dia. Glipizida: 5 mg/dia. Glicazida: 30 mg/dia. Aumentar dosagem se necessário após 2 sema­nas. Pode-se associar acarbose (3 x/dia), que retarda a absorção da glicose. Caso o controle não seja obtido, usar glitazo­nas ou metformina.

sábado, 15 de setembro de 2012

vidadecarlosjacques: AMARULA

vidadecarlosjacques: AMARULA

AMARULA

Amarula: De uma árvore para o mundo É muito bom convidar amigos para visitar-nos, seja depois do trabalho, depois da aula, no final de semana ou até mesmo numa ocasionalidade. Passar o tempo jogando conversa fora é uma das coisas que nós, brasileiros, mais gostamos em nossas vidas. Agora, para que tudo isso seja perfeito, é necessário alguns petiscos e tira-gostos. Muitos não bebem bebidas alcoólicas, mas caso seus amigos bebam, então aquela cervejinha também é bem-vinda. Normalmente, todos que são adeptos de alcool, gostam, nessas ocasiões, de um drink ou um coquetel. E é por isso que falaremos agora sobre a marca Amarula PUBLICADO POR CARLOS JACQUES 3M 15 DE SETEMBRO DE 2012 AS 19.00HS.